segunda-feira, 4 de julho de 2011

Assim dura horas...

Nos corpos encontrados,
Embriagados pelo prazer sentido,
Juntando o um mais um,
Tentando que às vezes pareçam bem mais,
Não querendo deixar nada ao acaso,
Apenas deixando que a viagem corra,
Sem sobressaltos e que quando apareçam,
Sejam de prazer redobrado...
Quando se juntam explodem sem tocar,
Assim é quando o prazer é imenso,
Bastam horas de estar,
Para que no fim os corpos se sintam,
Assim como que docemente tocados,
Sem terem sentido um unico toque...
Aproveitando cada segundo,
Para trocar caricias com o olhar,
Para aproveitar o momento que se segue,
Não imaginando o que vai vir,
Mas sabendo que a seguir melhor será,
Nem que seja o olhar mais doce,
Pelo gosto de se olhar para o prazer...
Não querendo abusar de nada,
assim os dois corpos ficam,
A sentir o toque que não existe,
Mas que se sente por dentro...
E assim ao fim de horas a fio,
Quando se toca de carinho,
A explosão é muito maior,
Do que de apenas de sexo,
Se tratasse...

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