domingo, 18 de dezembro de 2011

Querendo ser eu...

No intuito de ser melhor,
Sei que erros cometo,
Que percorro viagens que não devo,
Que encontro o meu estilo,
Tornei-me um pouco diferente,
Sem saber que o fiz,
Apenas quero sentir-me bem,
E fazer bem a quem conheço,
Mesmo que hoje não o faça,
O meu intuito é sempre o bem,
Não magoar ninguém,
Mesmo que o possa fazer...
Vou deixar de ser sonso,
Atacar quando devo,
Com razão ou não,
Não deixar mais me pisar...
Assim aprendi com a vida,
Com quem me foi aparecendo,
Querendo apenas ser eu,
E não mais sofrer por não ser...

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Sou louco e sei...

Na noite mais escura de um dia de Verão,
Senti no meu pulso,
O coração bater violentamente,
Porque a calma chegava...
Queria apenas chorar,
E que o sorriso do meu ser,
Fosse o mais forte,
Pois as lagrimas que corriam,
Eram apenas forças que dentro de mim,
Repousavam e queriam sair...
Encontrei no meu sorriso,
Uma alegria de ver,
Dentro do escuro,
A luz que me ilumina...
Só queria entrar dentro de mim,
Sair como novo,
Com lagrimas e sorrisos,
Completamente renovados...
A vontade louca de cometer loucuras,
Essa entrou de vez,
Para me sentir louco,
Neste mundo em que apenas eu,
Não sou completamente são,
E o assumo...
Na loucura entrei,
Na loucura me assentei,
Agora só quero ser louco,
Até no dia mais puro...

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Sol e chuva...

Num dia de sol,
Em que a chuva caia,
O calor apertava,
Quando o frio se soltava...
Olhando para o nada,
E vendo-te tão bem,
Na solidão me encontrava,
Encontrando muita gente...
Daria tudo,
Sem nada entregar,
Apenas queria,
O sorriso voltar...
Quando as amarras soltaram,
O corpo que não estava preso,
Senti liberdade,
Nos momentos de prisão...
Só quero ser eu,
Sendo todo o mundo,
Encontrando o tesouro,
Que nunca existiu...
Apenas me limito,
A ver do céu,
A chuva cair,
Num dia de sol...

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Farto de seres...

Num grito revolto me liberto,
Só quero ser eu,
Não viver a vida de mais ninguém,
A minha apenas,
Quero continuar a ser unico,
E não me quero estragar,
Cansado de um mundo,
Que não entende o meu ser,
Que acha que mesmo mal,
Devemos caminhar só porque,
Em Roma sê Romano,
E não entende que isso não ajuda,
Num erro constante,
Admitir que é errado,
Mas fazer na mesma...
Cansei de tentar ajudar,
E quando preciso,
Soltam-se todos...
Agradeço a quem se mantem,
A quem me aceita,
Quem não aceita,
Siga o seu caminho,
E esqueça que eu existo...

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Horas de prazer...

Estava em casa,
Sem nada para fazer,
Pensava que ia ser,
Mais um dia sem sair...
Ouvi a campainha,
Desloquei-me até à porta,
Perguntei quem era,
Apenas disseram,
Podes abrir...
Abri sem perceber,
Quem estava a subir,
Na porta fiquei,
Até ver quem era...
Quando chegaste ao pé de mim,
Vinhas de casaco comprido,
Nada fazia prever,
Que por baixo nada trazias...
Empurras-te me contra a parede,
Desapertas-te minhas calças,
Desceste meus boxers,
E na tua boca o fizeste crescer...
Brincaste até me ouvir gemer,
E senti-lo bem grande,
Foi quando me mostraste,
Que por baixo do casaco,
Nada havia...
Foste tirando minhas calças,
Minha camisola desapareceu,
Fiquei assim,
Como tu,
Sem nada ter no corpo...
Foi então que me deitaste,
Te sentaste na minha cara,
E quiseste que com minha lingua,
Te desse prazer...
Fui brincado com ela,
No prazer do teu ser,
Caminho onde me deixavas,
E sentindo o teu gemer...
Foste-me deixando tocar-te,
Na tua fonte de prazer,
Apenas minha lingua deixavas,
Caminhar pelo teu prazer...
Quando perto de explodir,
Senti o teu suco começar,
Foi quando saiste,
E sentaste bem em cima dele...
Começaste a subir e descer,
Lentamente no movimento,
Loucamente no prazer,
E quando aceleraste,
Sentiste que mandavas,
E soubeste que juntos,
À explosão chegariamos...
Foi quando entendeste,
Que devias parar,
E pediste para tomar conta,
Do momento a seguir...
Foi então que te dobrei,
E por trás me coloquei,
E quando contavas que entrasse,
Apenas a lingua passei...
Então fui levado,
Até que a explosão chegasse,
E nos labios fui sentindo,
O teu suco de prazer...
Depois entrei devagar,
E fui acelerando até te sentir,
Gemendo de prazer,
E não querendo parar,
Continuei a aumentar,
Com a intensidade da velocidade,
Que sabia contar,
Para te fazer gozar...
E num vai e vem,
Que não sabiamos conter,
Fomos juntos nos mexendo,
Num turbilhão de sensações...
E quando já gritavamos de prazer,
Chegou a hora de gozarmos juntos,
E podermos viajar,
Até plutão sem fim...
Meu suco junto com teu suco,
Escorreu pelas tuas pernas,
Mostrando bem como tinha sido,
A tarde de prazer...

Viagens sem fim...

No crescer da emoção,
Vive-se intensamente o momento,
Descobrem-se alegrias,
Tristezas são soltas...
Esquecem-se maus momentos,
Vivem-se bons momentos,
Libertam-se gritos,
Soltam-se seres...
No desbravar de corpos,
Se descobrem locais escondidos,
Que tendem a dar,
Ainda mais prazer...
Sempre sentindo o que temos,
Querendo o momento certo,
Para libertar tensões,
Que provem de tesões...
Os movimentos corporais,
No vai e vem,
No entra e sai,
Com rotina e diferente...
Nunca caminhando igual,
Acelerando e atrasando,
Sempre que assim é permitido,
Para poder chegar ao fim,
Num misto de prazer,
Sensações e emoções,
Que nos fazem gritar,
E viajar até mais não...

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Viagens a dois, depois de um...

Quando olhei vagamente na sala,
Nenhum ponto de luz apareceu,
Quando a porta se abriu,
Entrou algo que não mostrava suas formas,
Mas que entrava pelo corpo dentro...
Ao caminhar,
O chão se mostrava deleitado,
Adorava cada passo,
Sentia como se seu fosse,
E mostrava uma segurança imensa...
Ao percorrer as linhas do corpo,
Debaixo de um vestido comprido,
Que delineava cada linha,
E que mostrava a sensualidade,
Que o corpo tinha sem medo de apresentar...
Deixou-me com vontade de tocar,
De querer conhecer melhor,
Então deixei ver onde poisava,
E quando se sentava e mostrava,
Que suas curvas eram suas...
Então desloquei-me até ao corpo,
Ao andar até ele,
Me senti como se me despissem,
Mas adorei a sensação,
E continuei...
Ao chegar perto,
A voz não saiu,
E quando menos esperava,
Uma mão me agarrou,
E me levou para uma sala à parte,
Sozinha...
Então despiu-me com suas mãos,
Foi percorrendo com seus labios,
Meu corpo que desnudado ia ficando,
Até conseguir me deixar,
Apenas de boxers...
Quando apenas assim estava,
Pegou em minhas mãos,
E me fez percorrer todo seu corpo,
Vestido com vestido justo,
E ia subindo com meus dedos...
Até a deixar apenas de lingerie,
E quando assim ficou,
Colou-se a mim,
E tomou-me como se fosse algo seu,
Tomou conta e não mais largou,
Agarrou-se como se fosse um chupa,
Que delicia a cada passagem de lingua...
E quando menos esperava,
Agarrou-se a ele e começou a lambe-lo,
E a fazer-me sentir numa nuvem,
Que me leva até ao céu...
E foi assim,
Com lingua,
Labios e dedos,
Que me fez explodir em seu rosto,
E que me fez cair no chão,
Esperando seu abraço,
De força pelo aconteceu...
Assim deu,
E assim ficamos,
Até que as forças vieram,
E a viagem a dois fizemos...

sábado, 5 de novembro de 2011

Minha lingua em teu corpo

Naquele encontro marcado sem saber porque,
Vivia intensamente a correr sem noção do tempo,
Só queria chegar,
Para perceber o que sentiria...
Cheguei e entraste no carro,
Com sorriso aberto e rasgado,
No olhar um brilho intenso,
No corpo um arrepio constante...
Fomos deslocando-nos,
Sem saber onde acabava,
Sem palavras nos labios,
Apenas sensação de não querer parar...
Quando longe estavamos,
Decidimos parar,
Entramos no primeiro hotel,
Que nos chamava para lá estar...
Pedimos um quarto,
Com vista para o mar,
Como não tinham,
Para a serra ficamos a olhar...
Poisamos os casacos,
Olhamos um para o outro,
E sem mais demorar,
Nossos labios se tocaram...
Quando nos apercebemos,
Sem o tempo o dizer,
Sem roupa fomos ficando,
E com toques de prazer...
Quando apenas o lençol nos cobria,
Deixamos a mente navegar,
Viajamos juntos e sós,
Até o sol raiar...
Teu suco uma delicia,
Teus gemidos um prazer,
Tua forma uma maravilha,
Que não mais queria perder...
Quando senti minha lingua,
Pelo teu corpo percorrer,
Senti teus arrepios,
Que me fizeram saber o teu prazer...
Quando teu suco senti,
Percorrer meus labios sem fim,
Então entendi que tua viagem,
Perto de não ter fim estava...
E assim fiquei,
Com delicias de querer mais,
Não querendo perder mais tempo,
Entrei em ti até mais não...
Juntos viajamos,
E ao fim juntos chegamos,
Então demos gritos de prazer,
E não mais queriamos parar...

Na beleza interior...

Navegando pelos oceanos mais profundos,
Vêem-se as belezas mais perfeitas,
Mais inocentes, 
E mais realistas...
O que significa que dentro de nós,
Dentro do nosso ser,
Está a nossa verdadeira beleza,
A que pouca gente acede,
Mas quando acede é com prazer,
É quando se cola a nós e não mais,
Quer largar...
Mas sabendo onde está a beleza,
Não a deixemos afundar,
Aprimoremos a que mostramos,
Com o que temos dentro de nós...
Assim é mais belo viver,
Assim é perfeito sonhar,
Acreditar e ter,
No que a vida nos quer mostrar...
Por mais que corra,
Não encontro beleza mais perfeita,
Que a que existe dentro de cada ser,
Mesmo que não queira sair...
E então me fico,
Pela beleza interior,
Que a mim me faz sorrir,
E querer não partir...

domingo, 30 de outubro de 2011

Quando a paz não aparece...

Quando acreditamos na paz,
Necessitamos de paz,
Queremos que a paz chegue,
E ela teima em fugir,
Queima o ser por dentro,
Não tendo consciencia,
Que é demasiada guerra cá dentro...
Só na paz me poderei sentir bem,
Só ai poderei voltar a sorrir no olhar,
Juntamente com os labios rasgasdos,
De alegria de viver...
Juntando o antes e o depois,
Vivendo assim na corda bamba,
Sem dó e sem piedade,
Só quero ser eu,
Viver o meu viver...
Antes de mais poder crescer,
Eternamente na saudade do sorriso,
Que tinha antes de fazer,
Os meus doces 14 anos...
Ai a vida sorria,
Não temia o que podia acontecer,
Ali queria voltar,
Sentir o teu sorriso de volta,
Meu amigo Rui...
Depois quando a vida voltava a correr,
Sentia-me desamparado,
Sem parede a ajudar,
Tentando me aguentar,
Mostrando que era forte,
Mesmo sem o ser...
Quando encontrei uma parede segura,
Encontrei uma alma louca,
Mas com segurança de mãe,
Sai da tua beira e pouco depois,
Aconteceu o imprevisto,
Partiste sem avisar,
Sem deixar despedir,
E queria voltar ao café,
Poder falar se sexo,
Sem ter que pensar ser tabu,
Com teus risos das barbaridades que dizia,
E assim me seguravas,
Com aquele amor de mãe,
Mesmo não sendo minha,
Minha amiga Paula...
Sentada no teu sofá,
Sorrindo com o sorriso doce de Avó,
Lembro do que me ensinavas,
Do que me falavas,
Do que aprendi contigo,
Da tua junção se sapatos com a carteira,
Do teu acordar tardio,
Para uma senhora da tua idade,
Aperaltada só para ir tomar café,
Assim me fizeste ter o maximo orgulho,
Na pessoa que o meu Pai fez nascer,
E que sempre com sorrisos nos recebia,
E que tinha uma voz doce e meiga,
Assim ficarás cá sempre,
Sabendo que não me despedi de ti,
Partiste antes de poder chegar,
Mas a vontade de te ter,
Aqui perto de mim,
É mais forte do que eu,
E assim em ti estou,
Sabendo que estás melhor ai,
Com beijos deixo-te,
Minha doce e querida Avó Adilia...
Assim fiquei sem vocês,
Sem parte da minha paz,
Mas sei que me guiam,
Me levam na direcção certa,
Com algumas pedras,
Mas com os vossos sorrisos aguento...
Obrigado por serem parte de mim...
Com recordação fico,
Com o vosso amor me sinto bem,
Com saudades dos vossos sorrisos,
Aqui estou eu assim...

terça-feira, 11 de outubro de 2011

No conhecer...

Conhecer ou não conhecer,
Costuma-se dizer,
Eis a questão...
Mas neste caso,
Apenas é mais um retrato,
Do que eu gostaria de fazer,
Conhecer o meu ser...
Sentir o que sinto,
E não magoar ninguém...
Sentir que sou eu,
E poder voar livremente,
Sem explicar a mim mesmo,
O porque de ter tomada aquela direcção...
Só queria poder dizer,
Que me conheço e que não conheço,
Quem não está cá...
Só queria libertar-me do meu conhecimento,
E poder voar com ele,
E acreditar que não conheço,
O que realmente me faz não conhecer...
Só quero poder ter asas,
E essas já as desenhei,
Para um dia na lua,
Ver a Terra no seu esplendor,
Com seres apenas de sorrisos,
E saber que o que sei,
Nada mais é do que,
O meu conhecer...
Só queria poder conhecer,
Uma forma de ser livre,
E não magoar-me a mim...

terça-feira, 27 de setembro de 2011

El Mundo que no és meu...

Dentro de um perfeitamente imperfeito,
Quanto mais tempo passo nele,
Menos me enquadro nele,
E nas coisas que cada ser sente…
Sentindo que o Mundo que sempre sonhei,
Afinal nunca passou disso,
De um sonho de seres perfeitamente imperfeitos…
Só queria poder ser o que sou,
Neste Mundo e não sentir que sou algo que não pertence,
A este Mundo que existe…
Sentindo que o Mundo,
Afinal não é o meu Mundo…

Sonhos e realidades...

Pela janela espreito,
Vejo um corpo semi nu,
Que preenche uma ideia,
De como as formas resistem,
A momentos sem cor...
Sei que o corpo existe,
Que a alma persiste,
E que o conhecer desiste,
Porque sempre existem,
Sonhos que nos fazem ver,
Que a realidade nem sempre,
É o sonho que pretendemos...
Sei que vou sentir o corpo,
Ao luar e ao por do sol,
Com sentimentos de quem adora,
Que pretende assim ser,
Uma felicidade de ser,
E que não mais dá,
Do que o tempo de viver,
O sentimento real...

Onde irei...

Dentro de mim corre sangue,
Queria que corresse coragem,
Amor e fraternidade,
Que me dessem força de poder,
Acalorar a vida de quem conheço...
Já só queria poder dizer,
Que me conheço como noutro dia,
Que estou igual a mim,
Que nada me afecta...
Mas tudo existe para complicar,
Para relacionar com o mal,
Para me lançar as feras...
Sei que vou ser eu,
Que a força me vai ajudar,
Que o tempo me vai levar,
A quem onde não me levou...
Só queria saber o que sou,
Para onde vou,
E o que querem de mim,
Ajudar os outros sou capaz,
Queria ter força para a mim ajudar...
Sentindo calor dentro,
Que não apaga com o tempo,
Aquece ainda mais o meu ser...
Assim estou eu,
Sem me conhecer,
Mas sabendo que sou,
O que sou,
Menos para onde vou...

domingo, 25 de setembro de 2011

No céu existem estrelas...

Nas vontade que podemos ter,
As estrelas eram novidades,
Viravam-se para nós,
E mostravam o seu sorriso...
Só queria encontrar o meu céu,
Para que as estrelas,
Voltem a brilhar,
E o Sol estará sempre por trás,
Das nuvens que existem e o tapam...
Só queria destapar as nuvens,
Descobrir a minha lua,
Ver o sorriso das estrelas,
E o brilhar que não desapareça...
Dentro de mim,
Existe a sensação de algo,
Que me abraça e que me segura,
E que me deixa seguro,
Num porto só de mim proprio,
Abrigado...
Daria o meu corpo ao manifesto,
Para que o meu ser se sentisse,
De uma forma segura,
Pudesse ver o mar das estrelas...
Liberto de emoções,
Cansado de sentir as estrelas fugirem,
E que o Sol não brilhe todos os dias,
Inventando formas de o ver,
Até essas mesmo acabam,
E me deixam louco,
Para que elas não sejam precisas inventar...
Só queria um sorriso belo,
Que sei que anda ai,
Mas que não me aparece todos os dias...
Dentro de um ponto,
Sei que o Niponico que persiste,
Existe e me persegue,
Dentro de um sonho meu,
Que quero que seja real...

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Percorrer castelos sem fim...

Encontrei-te um dia ancorada nas dunas,
Olhando para o mar como se fosse unico,
Seu som te seduzia,
Te enfeitiçava de alegria...
Perguntei-te o que fazias ali,
Dizias que era apenas uma alegria,
Que sentias quando,
Te aproximavas dali...
Teu corpo reluzia,
Mostrava suas curvas sem estar nu,
Pedia o toque de alguém,
Que te fizesse sentir unica...
Cheguei perto de ti,
Perguntei onde querias ir,
Disseste sair dali,
Porque dali já tinhas tudo...
Pegaste em mim e levaste,
Para um carro que desconhecia,
Arrancamos ao desconhecido,
Até dormir no carro pensamos...
Mas antes que o dia terminasse,
Cavalgamos caminhos sem fim,
Até encontrar algo que nos fizesse,
Dizer que era ali...
Assim foi e paramos,
Sorrimos ao ver um castelo,
Que abandonado parecia,
Mas com luz lá dentro sorria...
Entramos e pedimos dormida,
Na recepção sorriram,
E disseram baixinho,
Aqui dentro não se dorme...
Não percebemos o que diziam,
Pois para dormir era o que queriamos,
Fomos para o quarto a pensar,
No que dizia o senhor...
Entramos no quarto e percebemos,
Que dormir não iria ser facil,
Pois estavamos em quartos,
Que pareciam de realeza...
Tentados a beijar-nos,
Resistimos até mais não,
Até que nossos labios se encontraram,
e não mais se largaram...
Lentamente fomos despidos,
Um pelo outro sem razão,
Até nossos corpos ficarem nus,
E sentirmos seu calor...
Nossa tensão aumentou,
Resistiriamos ou não,
Apenas queriamos sentir,
O que a razão nos levou...
Poderiamos ficar assim,
Sem tocar-nos aos nos vermos,
Mas teriamos a sensação de que algo,
Mais poderia acontecer...
Foi então que aconteceu,
Meus labios percorreram teu corpo,
Sem razão e sem atenção,
Pois só queria sentir teu gosto...
Caminhei pelo teu corpo,
Com meus labios quentes,
Seguidos pelos meus dedos,
Que te queriam em ebulição...
Quando cheguei entre tuas pernas,
Fechaste com força,
Voltei a subir pelo teu corpo,
Até teus labios atingir...
Ao beijar teus labios,
Quentes e humidos,
Sedentes de carinho,
Ternura e miminhos...
Teu corpo relaxou,
Me deixou por completo,
Tomar conta dele,
Sem mais força sentir...
Aproveitei para beija-lo novamente,
E te fazer sentir unica,
Com cada curva percorrida,
Ser mais uma nova descoberta...
E assim lentamente,
Ao percorrer novamente teu corpo,
Senti teu arrepiar,
E sem dizeres,
Para entrar...
Entrei devagar e suavemente,
Para tua delicia de suco sentir,
Em meu ser percorrer,
E te fazer gemer,
Como gemia eu de prazer...

Ser util...

Quando o sol se levanta,
A noite teima em acabar,
As sensações são mais fortes,
Com o nascer da luz crescente...
Acordar e sentir que existo,
Saber que respiro sem pedir,
Sentir meu ser cá dentro,
Pedindo para explorar,
O que de mais belo existe...
Sei que de manha é forte,
É sentido a dobrar,
Quando a emoção de estar,
Perto de quem se gosta...
Quero sentir meu vibrar,
Quero acordar sempre assim,
Pensar que sou eu que estou aqui,
E pertenço onde me querem...
Sou viajante do mundo,
Não resisto à beleza,
Quero sempre um sorriso,
Pois meu vicio é maior...
Só quero poder continuar,
A sentir o meu ser assim,
Acordar e ancorar,
No meu ser assim...
E de manha é quando se sente,
Com o acordar leve e suave,
Os mais belos beijos,
E o percorrer de um corpo são...
No fim do descanso vem a busca,
A procura incessante de poder ver,
Um sorriso perto de mim,
E saber que fui eu o causador...
É assim que gosto de acordar,
De me sentir ao de leve,
Para no passar do dia,
Sentir que fui util,
Em algum pedaço do dia...

domingo, 24 de julho de 2011

Fiz sexo sem saber...

Anseio pelo toque sem sexo,
Desejo pelo estar apreciando o corpo,
Porque no seu toque pressinto o ser,
E sinto a presença de aromas,
Que se instalam no meu ser,
Para conhecer o toque sensual...
Anseio pelo amor sem sexo,
Que me faz percorrer o corpo,
De uma forma tal,
Que me sinto em extase,
Cada vez que o posso fazer...
Quero estar de uma forma,
Que possa navegar em teu corpo,
Sem ter que o ter perto,
E poder levar ao limite o meu ser,
Apenas sonhando com o teu...
Libertar-me e poder naufragar,
Quando teu corpo me permite,
Quando tua mente assim assiste,
E poder em teu corpo navegar,
No mais belo dos oceanos,
Sem sexo e prazer,
Apenas conhecendo,
E sentindo a breve maresia,
Que nossos aromas assim deixam no ar...
Só queria poder ter tudo isto,
E sem complexos dizer,
Fiz sexo sem saber...

Minhas lagrimas...

Só queria soltar as lagrimas que dentro mim estão,
Não ver mais os outros chorar por mim,
Não mais saber que faço mal,
Não mais não saber lidar com os outros...
Quero explodir sem ter ninguém por perto,
Para poder tirar tudo que é sujo dentro de mim,
Sinto-me perdido quando ela não querem sair,
Quando se mostram e teimam em não sair...
Queria tirar a dor que sinto,
Queria poder fazer os outros felizes,
Sem ter que magoar ninguém,
Preciso de ser eu,
Sem ter que me prender a algo...
Não quero levar o que não tenho,
Mas quero aproveitar o que tenho,
Não deixar fugir ninguém,
Por outro alguém...
Poder estar com o mundo,
Sem me preocupar com as suas intenções,
Volto a dizer que não faço parte deste,
Porque tudo tem duplo sentido...
Quero apenas aproveitar o meu ser bom,
Esquecer que tenho poder para um mau,
E assim levar ao mundo o meu melhor,
Sem ter que me preocupar com o destino...
Só queria poder libertar minhas lagrimas,
Que teimam em não sair,
E se prendem cá dentro,
De uma forma tal,
Que me deixam assim louco,
Desvairado e sem sentido,
Porque tanto as quero libertar,
Para com elas a dor ir também...
Cansado do passado viver no presente,
E que no meu presente,
Não caminhe para o futuro,
Tudo porque a dor não sai...
E poder libertar as lagrimas,
Qualquer que seja a forma,
Razão até,
Só quero deixa-las sair...

Aprender a ser eu...

Hoje queria sentir-me amado,
Queria poder sentir-me nas nuvens,
Sem duvidar de nada,
Sem querer nada de mais,
Apenas sentir-me amado...
Hoje queria libertar-me dos fantasmas,
Entrar pelo mundo dentro,
E gritar como um louco,
Que me sinto assim,
Fugaz sem fuga,
E consciente em mente...
Não quero sentir-me imundo,
Com o tempo passando,
Pelo passado presente,
Que não me larga a mente,
Em termos de realização futura...
Sei que tenho que ter força,
Sei que tenho que ser eu,
Libertar-me do ventre que me prende,
E correr ao que não alcanço,
Para poder finalmente,
Aprender a ser eu...

Assim quero...

Hoje poderia caminhar por todas as escadas,
Que não consegueria chegar ao seu fim, 
Pois existe sempre mais um degrau para subir,
Mais uma prova para dar...
Queria tirar minha roupa,
Dar a quem mais precisa dela,
Para me sentir mesmo util,
Poder sentir o que devo sentir,
Agradecimento por ser como sou...
Libertar tudo o que tenho,
Dentro de mim,
De raiva a desilusões,
Para poder saber amar,
E poder ser feliz...
Encontrei o que me falta,
Agora quero poder lá chegar,
Porque sei que a seguir,
Minha felicidade vai estar,
Ao virar da esquina...
Assim sou eu...
Encontrado e desencontrado,
Mas com prazer de sentir o que a vida tem de belo,
O prazer de ver nos outros o sorriso,
Mesmo que para isso esqueça o meu...
Assim me encontro,
Assim estou,
Mas sei que vai mudar,
Mas sempre colocando sorrisos,
Em quem mais precisa e me rodeia...

segunda-feira, 18 de julho de 2011

O meu ser anseia...

No meu canto sinto-me eu,
Solto-me de uma forma viva,
Sinto o que sinto cá dentro,
De certa forma,
Como se fosse uma coisa unica...
Sei que me preencho a mim,
De uma forma louca,
Querendo mais o meu canto,
Quando o sol não quer brilhar...
Sei que me encontro aqui,
De uma forma sem explicar,
Que pretendo levar ao fim,
O meu conhecer de ser...
Poderia trocar o desejo,
Pelo anseio de viver,
Mas quero primeiro conhecer,
O meu verdadeiro ser...
Sinto uma alegria imensa,
Quando vejo sorrir alguém,
Que não queria fazer,
E do meu canto o fiz acontecer...
Sei que estou um pouco assim,
Como que se à deriva andasse,
Mas sei que é necessário acontecer,
Para o meu ser voltar a ter...
E no desejo de anseio,
Sei que voltarei,
Mais forte ainda,
Para poder fazer ser,
O meu ser presente...

No prazer de viver...

Nos traços de uma sedução, 
Encontro minha sensação de viver,
Não querendo mais do que o prazer sentir,
E voar para onde não exista dor...
Sei que preencho o meu dia,
Com imagens de beleza,
O prazer assim me seduz,
Com realce para o que sinto...
Na vida sinto imensa tensão,
Sei que o prazer é uma sensação,
Que liberta aromas de fel,
Com sensações de mel...
Libertando assim o que sinto,
Crescendo em mim a tentação,
De poder sentir o viver,
E libertar a meu ver,
O prazer que não renego...
Quero ser não mais um,
Mas o meu viver ser unico,
Pois sei que com o que sinto,
Voarei e levo comigo,
A sensação de prazer ter,
A quem comigo está...
Sei que sou o que serei,
Com o prazer latente em mim,
Pois assim saberei,
Que o prazer é um viver!!!

quarta-feira, 13 de julho de 2011

O que sou???

Encontrar-me anseio,
Desamarrar-me pretendo,
Apenas querendo ser eu,
Entendendo o meu ser,
Para criar a minha felicidade,
E depois saber onde estou...
Queria poder saber o que sou,
Sem precisar de chegar onde estou,
Porque a vida sempre me levou,
Onde eu pretendia ir,
E me desviou para aprender,
Com o que ela tinha para mim...
Só queria aprender o que sou,
Para onde vou,
Porque de onde venho eu sei,
E caminhei tanto que voltei aqui...
Ao ponto de partida,
Sem saber o que vai ser,
O meu futuro que tanto se fala...
Só queria aprender,
Finalmente a ser eu,
E o que eu sou na realidade...

terça-feira, 12 de julho de 2011

Momentos belos de prazer...

Deixando navegar a mente,
Pelos corpos vistos,
Pelos dedos que percorrem,
Que tanto anseiam,
Pelo toque,
Pelo desejo realizado...
Encontro em mim,
Momento de prazer belo,
Beleza de prazer sentido,
Num presente não longinquo,
Num passado bem presente...
Encontro a pele no meu dedo,
Deslizo meu olhar pelo corpo,
Guardo dentro de mim,
Cada curva traçada pelo prazer sentido,
Cada movimento de arrepio ao toque,
Reflexos de um momento bem passado,
Que dentro de mim sinto,
Quando anseio por novamente o poder ter...
Assim são os momentos belos de prazer,
Que todos guardamos,
E que ficam dentro de nós,
E queremos repetir vezes sem fim,
De forma a podermos sentir,
O que o momento quer de nós...
Assim sei que de todos os momentos,
Os mais belos não mais de dentro de mim,
Sairão e guardo-os com o prazer que senti,
No momento em que os tive...
E assim são os,
Momentos belos de prazer...

Mudar para melhor

Quando se pensa em mudança,
Sempre vem à lembrança o passado,
O que de mal aconteceu,
O que de mal sucedeu...
Mas muitas vezes,
O passado não é mais do que um auxilio,
Para podermos avançar para um futuro,
Vivendo um presente maravilhoso...
Nem sempre sorri é certo,
Mas a vontade de querer o sorriso,
Tem que vencer tudo o resto,
E sabendo que assim,
Podemos viver ainda melhor...
Quando se muda é sempre para melhor,
Sempre com a ideia,
Não de romper o passado,
Mas viver melhor que no passado...
Nem sempre é preciso sair,
Do mesmo local para mudar,
Mas sim mudar a mentalidade do nosso ser,
Só para perceber que o presente,
É melhor que o passado...
Sempre aprendi que quem muda Deus ajuda,
Eu só quero mudar para melhor,
Estar sempre presente,
Mesmo quando estou ausente...
Não deixar nada ao acaso,
Apenas saber que sou presente,
A quem quer saber do meu ser...
E assim sei que o meu futuro,
É melhor que o passado e o presente,
É bem melhor que o passado...
E por isso sei,
Que sempre que mudo,
Seja o que for,
Vai ser sempre para melhor...
E isso faz com que eu acredite,
Que Deus olha por nós,
E nós estamos presentes no seu presente..

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Teu prazer...

Adoro ter liberdade,
Poder navegar por onde quero,
A meu belo prazer,
Sabendo que em prazer te encho...
Adoro o meu corpo,
Quando colado a ti se sente,
Quando me deixas prender-te,
E Voar pelas curvas de teu ser...
Liberto me sinto,
Num mar de prazer,
Quando te oiço gemer,
Quando teu suco sinto...
Quero saber que sou unico,
Que me achas genial,
Aceitando a troca por outro,
Sabendo que mais feliz te fará...
Mas no prazer eu me insinuo,
Eu me quero como mestre,
Pois sinto em ti,
O pulsar de um erotismo imenso...
Suavemente te toco,
Me deixo em ti totalmente,
Para que teus gemidos sejam imensos,
E o teu prazer o infinito...

Viajar de prazer...

Solto me sinto,
Sem me prender quero estar,
Apenas navegando pela minha mente,
De uma forma sem igual,
Nunca me senti assim,
Solto sem prisão,
Mas nunca viajando longe,
Pois na calma quero estar...
Sei que posso ir pelo mundo,
Mas pelo meu canto gosto de estar,
E precisando o que sinto,
Sei que o futuro não se atrasa,
O passado não está preso,
E o presente se desembrulha,
Numa bela história do meu ser...
Quero poder assumir,
Que eu sou eu e nada mais,
Que viajo noites sem fim,
Sem precisar onde cair...
Quero me sentir bem,
Onde tiver que ser,
Sem pressas de me agarrar,
Quero apenas aproveitar,
O momento que a vida tem,
Para o meu belo ser...
Não quero ser mais um assim,
Quero ser um sem igual,
Continuar igual a mim,
Não ter tudo sem prazer...
Quero aproveitar o momento,
Deixar-me navegar,
Não quero sentir,
Mais o que senti de meu ser...
Assim viajo sem fim,
Sem sair do lugar,
Não quero ser mais um,
Apenas viajar de prazer...

terça-feira, 5 de julho de 2011

No teu colo me deito...

No teu colo deitei,
No teu corpo embalei,
Na noite repousei,
E em ti entrei...
Para no momento sentir,
O que mais queria sentir,
O mais leve dos sentires,
O prazer percorrer o meu ser,
E saber que meu entrar,
A viagens longas te levo...
Sei que os momentos que passo,
Apenas segundos são da minha vida,
Mas sei que são importantes,
E que criam em mim,
Laços de ternura,
Para repetir apenas o toque,
E o prazer ser intenso...

Encontrei nas linhas do teu corpo...

Encontrei nas linhas do teu corpo,
Um piano que consigo tocar,
Que consigo demonstrar a musica,
Que dentro de mim percorre,
Quer seja pelos teus arrepios,
Como pelos teus gemidos,
A maneira como vibras,
E a maneira como me deixas,
Em êxtase total a cada linha percorrida...
Sei que nunca toquei assim,
Que nunca conheci assim um corpo,
Sei cada ponto G,
Existindo bem mais do que um...
Sei que me deixas percorrer com vontade,
De te possuir e de te deixar louca,
Pois o desejo mais louco,
É aquele que fica por fazer,
Com vontade de repetir...
Assim ando eu,
Percorrendo teu corpo sem tocar,
Sabendo que a cada linha que percorro,
O teu corpo eu mais conheço,
Para no fim,
Saber que toco genialmente,
E te levo à loucura...

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Queria ser sempre homem, com H grande...

Queria possuir a forma correcta de agir,
Não ter duvidas do que faço,
Não me sentir sempre errado...
Não sentir quanto tempo tenho,
Para ainda corrigir o que de mal fiz...
Queria ter o condão de aproveitar,
Apenas o que tenho,
Não sentir nada,
Ser um gelo para nada sofrer...
Sei que em teu corpo me deponho,
Me realizo e me faço homem,
Neste corpo de menino crescido,
Que tanto adora ver-te navegar até à lua...
Queria apenas o condão de poder,
Desaparecer em alguns instantes,
Em que sei que sofrer faço,
Pois a maior dor não é o que me fazem,
Mas sim o saber que não sou capaz de fazer bem...
Neste momento estou aqui,
Em meu canto encantado,
Que tanto me deu nas horas más,
Que tanto me abstrai do exterior,
Em que eu não sei mesmo viver...
Sofrer detesto fazer ver,
Odeio-me mesmo com força intensa,
Quando sei que isso faço,
Quem quer que rodeie...
E no corpo das linhas gostosas,
Que passam horas em minha mente,
Percorrendo sem tocar,
Para que no toque sinta o meu ser,
E que o gemer ainda seja mais forte,
Pois o maior prazer que ainda tenho,
É saber que nas horas a sós,
O prazer é imenso,
E a lua fica tão perto...
Abstraio-me de mim,
Só para fazer viajar,
Durante horas a fio,
E que no fim,
Teu sorriso possa ver,
Sabendo que fui homem,
Com o tal H grande,
Mesmo que não se escreva com H...